Estudos clínicos mostram que o fim de ano é um período de maior vulnerabilidade emocional. Pesquisas apontam aumento de até 75% nos níveis de estresse e ansiedade em dezembro, além de maior incidência de insônia sazonal e intensificação de sintomas depressivos. (ISMA-BR, OMS, Fiocruz, Ministério da Saúde) Cuidado não se pauta por datas, mas por necessidade e contexto. Sustentar o processo terapêutico em meio às turbulências de dezembro é um ato de autocompaixão e responsabilidade psíquica. É reconhecer que elaborar emoções exige continuidade, e que o trabalho terapêutico é mais eficaz quando atravessa os momentos difíceis, não apenas os tranquilos. Recomendações clínicas - Manter acompanhamento terapêutico mesmo em dezembro/janeiro. - Ajustar expectativas e simplificar compromissos sociais. - Cuidar do sono: evitar excesso de álcool, telas e jantares tardios. - Praticar autocuidado contínuo: lembrar que saúde mental não segue calendário, mas necessidade. Agora queremos saber de você: quais sentimentos esse período de fim de ano costuma provocar em você?
Responsável técnica: Márcia Deocleciano CRP: 03/6908 Psicologia
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