Crie um ambiente seguro. Se possível, fique em um cômodo mais silencioso, com portas e janelas fechadas. Luz baixa e objetos conhecidos ajudam a acalmar. Use proteção sonora. Fones abafadores ou protetores de ouvido podem diminuir bastante o impacto do barulho. Respeite os sinais da criança. Se ela demonstra desconforto, medo ou irritação, não force exposição. Afastar não é superproteção, é cuidado. Ofereça regulação. Brinquedos sensoriais, cobertor pesado, música calma ou atividades que a criança já gosta ajudam o corpo a se reorganizar. Evite surpresas. Não leve a criança para perto dos fogos achando que ela vai se acostumar. Para muitas, a experiência é vivida como ameaça. Valide os sentimentos. Dizer eu sei que é difícil e estou aqui com você traz segurança emocional e diminui a reação. Seja flexível nas comemorações. Para algumas famílias, comemorar de outra forma, em outro horário ou sem fogos, é a escolha mais saudável. Cuidar não é impedir experiências, é adaptar o ambiente para que a criança se sinta segura. Isso também é inclusão. #compartilha esse post com quem precisa ficar alerta!
Responsável técnica: Márcia Deocleciano CRP: 03/6908 Psicologia
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