Quando falamos que limites sozinhos não resolvem, estamos dizendo que apenas dizer não, punir ou repetir regras não ensina a criança o que fazer no lugar do comportamento difícil. Em crianças desafiadoras, especialmente no TEA, o comportamento costuma ter uma função. Pode ser pedir ajuda, fugir de uma tarefa difícil, buscar atenção ou lidar com uma sobrecarga sensorial. Se eu só coloco limite, sem entender essa função, a criança continua sem alternativa. É preciso ensinar como pedir ajuda, como esperar, como sinalizar desconforto. Limite sem ensino gera frustração. Ensino com limite gera aprendizado. E para isso, conte com a nossa equipe de profissionais!
Responsável técnica: Márcia Deocleciano CRP: 03/6908 Psicologia
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