Cuidado não se pauta por datas, mas por necessidade e contexto.

26/12/2025 às 13:38:37

Estudos clínicos mostram que o fim de ano é um período de maior vulnerabilidade emocional. Pesquisas apontam aumento de até 75% nos níveis de estresse e ansiedade em dezembro, além de maior incidência de insônia sazonal e intensificação de sintomas depressivos. (ISMA-BR, OMS, Fiocruz, Ministério da Saúde)

Cuidado não se pauta por datas, mas por necessidade e contexto.

Sustentar o processo terapêutico em meio às turbulências de dezembro é um ato de autocompaixão e responsabilidade psíquica.

É reconhecer que elaborar emoções exige continuidade, e que o trabalho terapêutico é mais eficaz quando atravessa os momentos difíceis, não apenas os tranquilos.

Recomendações clínicas
- Manter acompanhamento terapêutico mesmo em dezembro/janeiro.
- Ajustar expectativas e simplificar compromissos sociais.
- Cuidar do sono: evitar excesso de álcool, telas e jantares tardios.
- Praticar autocuidado contínuo: lembrar que saúde mental não segue calendário, mas necessidade.

Agora queremos saber de você: quais sentimentos esse período de fim de ano costuma provocar em você?

 

Responsável técnica: Márcia Deocleciano
CRP: 03/6908
Psicologia

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